Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

  • 6.jpg
  • 9.jpg
  • 10.jpg
  • 5.jpg
  • 1.jpg
  • 3.jpg
  • 8.jpg
  • 2.jpg
  • 4.jpg
  • 7.jpg

Trabalho Escravo

Servidores e sem-terra ocupam prefeitura da cidade de Atalaia

Trabalhadores ocupam na manhã desta segunda-feira (06) a sede da prefeitura da cidade de Atalaia (45km distante de Maceió-AL) . Com faixas, cartazes e palavras de ordem, os manifestantes, organizados no chamado Comitê Popular em Defesa de Atalaia, reivindicam condições dignas para a população, pagamento de salários em atraso com foco nos servidos de educação e saúde.

O movimento é coordenado pelo Sindicato dos Educadores de Atalaia (Seata) e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Os sem-terra reivindicam melhorias nos assentamentos.

Em entrevista ao TNH1, o prefeito da cidade, Manoel da Silva Oliveira, o "Mano Professor", disse que os salários referentes ao mês de novembro serão pagos antes do dia 10, como ficou estabelecido na assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público.  .

"Houve uma queda nos repasses do Fundeb, e por isso esse atraso. Mas estamos cumprindo o TAC, e até dia 10 garantimos o pagamento. Sobre os serviços de saúde, trata-se de uma crise no país inteiro. Os municípios estão falidos", alega o prefeito.…

Leia mais:

Funcionários da Usina Trapiche incendeiam barraca de Pescadora Tradicional em Sirinhaém/PE

Funcionários da Usina Trapiche incendeiam barraca de Pescadora Tradicional em Sirinhaém/PE

 

Neste domingo, dia 01/12, a Comissão Pastoral da Terra recebeu denúncia de que a Usina Trapiche – através de sua funcionária Evânia Freire da Silva e cinco seguranças privados - destruiu e incendiou, neste ultimo sábado, dia 30/11, barraca de palha de pescadora tradicional situada nas proximidades do manguezal do estuário do Rio Sirinhaém, localizado no município de mesmo nome, em Pernambuco.…

Leia mais:

Nota da CPT sobre tentativa de mudar conceito de trabalho escravo no Congresso Nacional

Não adianta aprovar o confisco da propriedade dos escravagistas se o preço a pagar for a negação do que é trabalho escravo nas condições do Brasil de hoje

A persistência da escravidão foi d enunciada desde o início dos anos 70, especialmente na Amazônia (especialmente a partir da Carta Pastoral de dom Pedro Casaldáliga, em 1971), tendo, porém, se revelado presente desde então em todas as regiões do país e em inúmeras atividades, da pecuária até a carvoaria, da lavoura e do canavial até a construção civil, da mineração até a confecção.…

Leia mais: