Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

Pernambuco

Famílias de Batateiras denunciam empresário por descumprimento de ordem judicial

Apesar da existência de uma liminar concedida no dia 05 de janeiro, famílias camponesas da comunidade de Batateiras, em Maraial (PE), relatam que o empresário Walmer Almeida da Silva ainda segue turbando suas posses. Nesse domingo (17), elas afirmaram que o gado do empresário continua presente nos sítios, destruindo plantações e fontes de água da comunidade. Com isso, o empresário descumpre a ordem judicial que o proíbe de cometer qualquer perturbação nas posses, sob pena de multa de até R$30 mil.…

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Gado de empresa invade lavouras de famílias de Barro Branco, em Jaqueira (PE)

Famílias camponesas da comunidade do Engenho Barro Branco, em Jaqueira (PE), Mata Sul de Pernambuco, relatam que na manhã de hoje (12) foram surpreendidas com várias cabeça de gado pertencentes à empresa Agropecuária Mata Sul S/A em lavouras de agricultores da comunidade. Com o pisoteio dos animais, plantações e fontes de água estão sendo prejudicadas. Em função das cercas de algumas famílias terem sido destruídas pela empresa anteriormente, não há contenção física para o gado.…

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Liminar da justiça garante manutenção de posse para famílias da comunidade de Batateiras, Maraial (PE)

Após meses de violência em um dos conflitos fundiários mais graves de Pernambuco, a Justiça determinou, em decisão liminar concedida nessa terça-feira (5), a manutenção da posse de famílias camponesas posseiras que vivem na comunidade do Engenho Batateiras, em Maraial, Zona da Mata Sul. A juíza que deferiu a liminar, Carolina de Almeida Pontes de Miranda, ainda proibiu o empresário Walmer Almeida da Silva, representante da empresa IC Consultoria em Empreendimentos Imobiliários, de entrar nas posses dos/as agricultores/as e provocar ações de turbação, sob pena de multa de até R$ 30 mil.…

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Comunidade do Engenho Batateiras, Maraial (PE), pede socorro e atuação rápida da Justiça

Em vídeo, um dos camponeses da comunidade do Engenho Batateiras, Maraial (PE), revela a situação de violência e de conflito fundiário no local e faz um apelo para que o Poder Judiciário atue de forma célere para evitar mortes. “A justiça está muito lenta, que ela tome providências, porque ele mesmo [empresário]  já disse: essa ‘justicinha’ de vocês quando resolver é dez, doze anos’. Venham ligeiro socorrer a gente”, alerta.…

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