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Em 2025, os conflitos no campo em Pernambuco atingiram 25.536 pessoas, entre posseiros(as), pescadores(as), trabalhadores(as) rurais sem-terra, indígenas, quilombolas e outras identidades camponesas. O número corresponde a uma média de aproximadamente 70 pessoas afetadas por dia ao longo do ano. Segundo levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), publicado na 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil, essas pessoas estiveram envolvidas em 52 ocorrências de conflitos registradas no estado. O número revela um leve aumento em comparação com 2024, quando foram registradas 49 ocorrências de conflitos no campo no Estado.
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Uma decisão liminar do desembargador federal Fernando Braga Damasceno, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), suspendeu a decisão de imissão de posse que colocou cerca de 70 famílias agricultoras do Engenho Fervedouro na iminência de despejo. Com a liminar, a ordem de remoção forçada fica suspensa e não poderá ser cumprida, pelo menos temporariamente. Agora, o empresário arrematante do imóvel será intimado para apresentar sua defesa e, depois, o recurso será julgado pela 4ª Turma do TRF5.
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As famílias vivem na área há mais de 80 anos e reivindicam a efetivação da Reforma Agrária há mais de uma década. Sem resposta efetiva do Incra, agora estão sob ameaça de despejo.
Cerca de 70 famílias agricultoras posseiras enfrentam a iminência de um despejo coletivo no Engenho Fervedouro, localizado no município de Jaqueira, na Mata Sul de Pernambuco. A situação decorre de uma decisão da Justiça Federal, proferida pelo juiz da 11ª Vara Federal, Isaac Batista de Carvalho Neto, que determinou o cumprimento de uma ordem de imissão de posse sobre toda a extensão do imóvel.
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As 77 famílias camponesas posseiras da comunidade de Roncadorzinho, localizada no município de Barreiros, na Mata Sul de Pernambuco, conquistaram um marco histórico na luta pelo direito à terra. Nessa terça-feira, 14, o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe) realizou o ato de assinatura da imissão de posse do Engenho Roncadorzinho, efetivando a desapropriação da área para fins de reforma agrária e garantindo às famílias o direito de permanecer na terra onde vivem e produzem há gerações.
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