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Por Pedro Rafael Ferreira
Do Sinpaf
A Jornada de Lutas em Defesa da Agricultura Camponesa e Meio Ambiente reivindica mudança na política de pesquisa agropecuária da Embrapa, em favor de modelos tecnológicos que levem em consideração a agrobiodiversidade. O tema é um dos itens da pauta apresentada ao governo federal pelo Movimento Camponês Popular (MCP), na última segunda-feira, dia 3, e inclui a renegociação da dívida dos camponeses e investimentos em educação e habitação rural.
“Pesquisa e assistência técnica em agropecuária, no Brasil, não existem sem a Embrapa, mas a empresa está a serviço do agronegócio. É preciso reverter esse quadro com mais investimentos em tecnologia para a agricultura camponesa”, afirmou Aline Nascimento, da coordenação nacional do MCP. Ao todo, mais de 3,5 mil trabalhadores e trabalhadoras, oriundos de seis estados, ocuparam a sede da empresa de pesquisa na tarde desta quarta-feira (6), após permanecerem dois dias acampados em frente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), na tentativa de dialogar com outros setores do Executivo.
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Nós, as mulheres, há muito tempo marchamos para denunciar e exigir políticas de convivência com o semiárido e que ponha o fim da opressão que vivemos por sermos mulheres.Das nossas lutas feministas e das lutas dos demais movimentos socais nasceram experiências inovadoras de espaços de liberdade para nós mulheres, para nossas filhas e filhos, para todas as pessoas que depois de nós caminharão sobre a terra semiárida.
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A Fetape completou, nesta última quarta-feira (06/06), 50 anos. Isso significa meio século do Movimento Sindical Rural no estado. Durante esse período, muitas foram as mudanças ocorridas em Pernambuco. O desenvolvimento chegou e, com ele, empresas, indústrias, geração de empregos, mas muitas coisas negativas também. O campo vivenciou, assim como a zona urbana, os dois lados dessa moeda. Na luta para minimizar os impactos danosos dessa “evolução” na área rural e por políticas públicas que respeitem a realidade das diferentes regiões e possibilitem que homens e mulheres vivam com dignidade, a Fetape foi fundada e se consagrou como representante legítima dessa grande fatia da população, influenciando diretamente na agenda política do estado.
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Entrevista
"O novo jeito de ver e viver a missão e o compromisso radical com os direitos e projetos de vida dos povos, que chegou ao martírio de vários companheiros e companheiras, fez com que esse sangue derramado se transformasse em novas energias e testemunho corajoso e radical, movidos pela fé no Deus da Vida”, continua o coordenador do Conselho Indigenista Missionário – Cimi, Egon Heck, em entrevista concedida por e-mail àIHU On-Line. De acordo com Heck, o que mudou em relação à missão do Cimi ao longo de 40 anos foi a transformação que pode ser resumida nesta citação bíblica: "É preciso que eles cresçam e eu diminua”. E continua: "Essa afirmação repetida por D. Tomás Balduíno foi sempre a orientação e perspectiva do Cimi. Eles assumirem a sua história, caminharem com os próprios pés, construírem seus espaços de autonomia, autodeterminarem suas relações com os Estados nacionais e sociedade civil, contribuírem com a construção de novos projetos políticos, sociais e econômicos, a partir de seus projetos de Bem Viver, é o nosso principal objetivo”.
