Pela manhã desta quarta-feira (08), os movimentos sociais de luta pela terra de Alagoas realizam diversos atos nas cidades alagoanas, os camponeses e camponesas denunciam o governo de Michel Temer (PMDB) e seus ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. Além das marchas pelas cidades, os Sem Terra ocupam as agências da Caixa Econômica Federal e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pautando a defesa da Previdência Rural e a manutenção e fortalecimento do Programa Nacional de Habitação Rural.
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Localizada a 54 km da capital Maceió, a cidade de São Luiz do Quitunde, na Zona da Mata de Alagoas, receberá pela primeira vez a Feira da Reforma Agrária, nos próximos dias 1, 2 e 3 de junho. A Feira, que é organizada pelo MST, levará aos moradores da cidade de São Luiz uma diversidade de produtos vindos de acampamentos e assentamentos rurais de todo o estado, onde a população terá a possibilidade de comprar direto das mãos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais.
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O Acampamento São José, localizado na antiga Fazenda São Sebastião, no município de Atalaia, sofre um novo despejo na manhã de hoje (23). A Polícia Militar junto com o comando do Centro de Gerenciamento de Crise estão no local para retirar as 73 famílias Sem Terra que já acampam na área há 12 anos.
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No último dia 6 (sexta-feira), o Acampamento Maravilha, coordenado pelo MST no município de Poço de Trincheiras, Sertão de Alagoas, sofreu um ataque dos jagunços que queimaram os barracos dos acampadas e acampadas, além de ameaçar e expulsar as famílias que há mais de dois anos ocupavam a área. Segundo os Sem Terra, os pistoleiros foram enviados pela dona da antiga fazenda. “Os pistoleiros estavam encapuzados quando vieram tocar fogo nos nossos barracos. E toda a região já ouve boatos de que a dona da antiga fazenda quer retomar as áreas para que, tendo um bom inverno, a fazenda seja arrendada”, explica a Direção do MST na região.