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Da Página do MST
Confira a carta de apoio de diversos movimentos e organizações sociais em apoio ao Acampamento Edivan Pinto, do MST, localizado na BR-405, nas imediações do município de Apodi (RN).
Trata-se do maior acampamento rural do Brasil, ao contar com cerca de 1000 famílias Sem Terra da região e que reivindicam a Reforma Agrária, assim como a desapropriação da área improdutiva que ocupam, onde está se instalando o Perímetro Irrigado Santa Cruz do Apodi – nomeado pelas famílias como “Projeto da Morte”.
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Nas gravações de “Chapada do Apodi – morte e vida”, conhecemos José Holanda. Agricultor sem terra, durante 12 anos, foi peão na fazenda Boca da Mata, no alto da Chapada do Apodi, no Rio Grande do Norte. Ganhava muito pouco, comprava na bodega do fazendeiro, não podia criar animais e, de tempos em tempos, pulverizava com agrotóxico uma lavoura de algodão, usando nas costas uma bomba que acabava derramando veneno em seu corpo. Em 1997, ele e os companheiros que trabalhavam naquela fazenda se organizaram para ocupá-la e exigir sua desapropriação para a reforma agrária. Conseguiram: a antiga fazenda Boca da Mata é hoje o Assentamento Moaci Lucena.
Assista ao documentário na íntegra
CHAPADA DO APODI, MORTE E VIDA from AGROECOLOGIA on Vimeo.
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Durante a visita de ontem, 5 de setembro, à Chapada do Apodi, representantes da Igreja Católica do RN se solidarizam com a situação das famílias camponesas que estão sendo desapropriadas de suas terras, para dar lugar ao Projeto de Irrigação que beneficiará cinco multinacionais para plantação de frutas para exportação. “Estamos aqui por sabermos que terra é vida, é a garantia de um futuro. Todos precisam de terra, de água e de vida digna”, disse dom Mariano Manzana.
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Uma delegação de 35 lideranças dos movimentos e pastorais sociais do seridó esteve durante todo o dia desta sexta-feira, 09 de agosto, fazendo uma visita as mais de 1.200 famílias acampadas nas terras da Chapada do Apodi destinada para o perímetro irrigado. Esta visita foi uma forma de prestar solidariedade a luta das comunidades da Chapada do Apodi em resistência ao projeto do DNOCS. Segundo José Procópio do Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários-SEAPAC, “esse gesto demonstra que a luta de Apodi é uma luta de todos aqueles e aquelas que acreditam na agricultura familiar camponesa e na reforma agrária e que é preciso unir as forças para derrotar esse projeto da morte”.