Comissão Pastoral da Terra Nordeste II

Violência da milícia é uma constante em Suape/PE

O Fórum Suape encaminhou no último dia 28 de junho, um ofício à 3.ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do Cabo de Santo Agostinho, promotora Janaína do Sacramento Bezerra, informando sobre novos casos de violência praticada por funcionários do Complexo Industrial e Portuário de Suape contra posseiros da…

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Matopiba é morte, queremos a vida

Um forte vento se uniu às vozes, aos gritos e clamores contra o projeto de morte denominado Plano de Desenvolvimento Agrícola (PDA) Matopiba no segundo dia da III Assembleia dos Povos Indígenas de Goiás e Tocantins. O evento ocorreu na segunda quinzena de junho.

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Milícia de Suape e Polícia Militar destroem casa de antiga moradora do Engenho Massangana

 Na manhã dessa quinta-feira, 12/05, a milícia do Complexo Portuário de Suape, em conjunto com a Polícia Militar, destruiu a casa de uma antiga moradora do Engenho Massangana, localizado no município do Cabo de Santo Agostinho/PE. Segundo informações locais, a PM agiu de maneira truculenta e chegou a agredir o presidente da associação de moradores do engenho, que estava no local para impedir a destruição.…

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Famílias camponesas mantêm-se em dois acampamentos permanentes contra as obras da Transposição no sertão pernambucano

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TCU alerta: País pode ficar sem transposição e mesmo sem o próprio São Francisco

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Auditoria do tribunal aponta que negligência no cumprimento de recomendações sobre as obras vem provocando assoreamento do rio, diminuindo a vazão do Velho Chico e de seus afluentes. Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) acionou um alerta: o programa de transposição das águas pode gerar sérios comprometimentos ambientais ao rio São Francisco. De acordo com o relatório, obtido pelo Fato Online, auditores do TCU constataram uma série de irregularidades e negligencias no PRSF (Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco).…

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Entenda as consequências da enxurrada de lama de rejeite da mineração em MG

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Quem se aproximar do Rio Doce, seja em Minas seja no Espírito Santo, verá ele amarronzado, escuro e com diversos detritos boiando. Essa imagem não é apenas feia e desagradável, ela também é extremamente danosa à vida aquática. Esse barro, mesmo diluído, torna á água turva e barra a passagem de raios solares, escurecendo o rio e impedindo que algas façam fotossíntese. O baixo nível de oxigênio na água é insustentável para os animais, fazendo com que, em um ato de desespero, muitos peixes simplesmente pulem fora d’água.

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